CAVALGANDO
Na
juventude eu montava animais em pelo.
As
crinas ao vento.
Meus
longos cabelos.
Mais
pareciam cortinas a se balançar.
As
planícies atravessava.
Eu
ria, e cantava.
O
mundo queria abraçar.
Cavalgando
sonhava o horizonte alcançar.
Achava
que lá distante o meu príncipe ia apontar.
Cavalgando
eu vivia a sonhar com um mundo onde maldade alguma conseguia chegar.
sonia delsin

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