SUTIL
Sutileza
e beleza.
Ela
era dotada das duas qualidades.
Mas
uma delas queria ignorar.
Queria
um homem buscar.
Um
homem do passado.
Todo
seu pecado.
E
sua absolvição.
Por
ele tinha verdadeira adoração e fixação.
Com
ele não podia ser sutil.
Tinha
mesmo era que usar um ardil.
Mas
tudo era perdoável, porque o queria trazer pra si não como pássaro cativo e sim
como a ave do amor.
Beleza?
Não
só a que a terra come.
Mas
a beleza que não some.
Pena
que o seu amado não aceitou ficar do seu lado.
Pena
que o seu adorado não entendeu aquele coração apaixonado.
sonia delsin

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